Ela é feliz, feliz demais ... um entusiasmo quase patológico. Sua felicidade que parece altiva é como uma crença descrente de si mesma, não sei se ela mesmo acredita no sorriso que lhe sorri, ele é despido de si ... deixou de ser reflexo para se tornar nexo. Será que me fiz entender?Não é difícil perceber que falta muito dela na sua alegria diária, falta muito dela nela e no seu jeito de sentir ... falta tanto que me espanto! É quase melancólico vê-la sorrir ... parece tão distante de si que não se permite sentir, ou não sabe.

